sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Na quietude de mim





Abraço o vazio das minhas saudades,
sorrio para o jardim das minhas memórias,
Escuto os murmúrios de outros tempos
e canto os amores imaginados de outrora!

Agora na quietude de mim,
faço dos meus silêncios, águas cristalinas,
que deslizam mansamente
pelo leito da minha vida
e docemente mergulham
na cascata das minhas emoções!

Sinto a brisa
que me afaga os pensamentos,
com a doçura da pétala
da rosa vermelha da paixão;
Penso no ontem que é passado,
e no hoje que me faz vibrar
pelo desejo de viver amanhã!

Sou a memória de idas Primaveras,
serei no futuro, o pretérito Outono
das memórias, que foram minhas.

José Carlos Moutinho

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