As gaivotas voam

SUSPIRO

domingo, 31 de dezembro de 2017

Que venha 2018



31 ultimo dia deste velho ano
que venha o novo com muita alegria
haja amizade com qualquer beltrano
felicidade é também harmonia

Esqueçam-se as zangas e amuos
sintam os verdadeiros abraços
como sinceros sem quaisquer recuos
e abram com verdade vossos braços

A vida é afinal deveras curta
para vivermos com parvas brigas
com sorrisos a paz sempre resulta

Vamos então receber o 2018
com muita alegria e braços bem abertos
e que cada um seja o mais afoito

José Carlos Moutinho
31/12/17

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

BOM ANO DE 2018

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Eu vou contigo

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

É Natal, vem meu irmão





Estamos no Natal, meu irmão
é data que devemos comemorar
se estás só vem daí, dá-me tua mão
levemos solidariedade por aí a cantar

Que em cada esquina haja calor
por essas ruas frias e ausentes
de sorrisos e abraços de amor
haja mais fraternidade que presentes

José Carlos Moutinho
20/12/17

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Cais da Alma edium editores

Amigo, ignora os vendavais

Ignora o silvo do vento que te sopra de viés,
aceita a brisa que te acaricia com suavidade,
acredita que tudo o que acontece a teus pés
não prova que teus afectos perderam validade.

Temporais são sustos molhados, arrufos do tempo,
amizades sinceras são raízes profundas e perenes
que florescem até, sobre pedra do desentendimento,
porque as verdades são caminhos iluminados e indenes.

Em cada abraço haja um sorriso real de afecto,
pois na dor e na tristeza a amizade é a perfeita cura
ainda que o sentimento tenha um colorido discreto,
é pela paleta de amigos, que a tela eternamente dura.

Assim amigo, olha para quem te vê de olhos abertos
num olhar sem brilho, há ventania que te causará dor,
no caminho dos vendavais encontras males dispersos,
pelas alamedas floridas da vida, receberás sempre amor.

José Carlos Moutinho
In "Calemas"
 




sábado, 9 de dezembro de 2017

O amor é

Deixem-me

...
Deixem-me imaginar que seguro o tempo
que me engane nos murmúrios da brisa,
que me sinta feliz nesta vida, sem lamento
que viva o tempo que minha alma precisa

Deixem-me pensar-me utopicamente eterno
e que em mim exista a suspensão do tempo
deixem-me, pois, ser assim irreal e fraterno
ainda que o ar deste mundo seja tão bafiento

José Carlos Moutinho

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O livro nasce



...
Eu que pinto as palavras com utopias
invento histórias e paixões em prosa
canto-as com toques de doces magias
e o livro nasce, como nasce uma rosa

José Carlos Moutinho