Frustração
Chorava minha alma,
chuva insistente, fria,
de uma desilusão,
que molhava meu rosto.
Ventos de frustração,
fustigavam meu corpo,
desamparado,
numa oscilação doentia,
de perda do equilíbrio.
Era a angustia,
do fracasso,
que a lua apagada
de uma noite escura, gelada,
contemplava.
Assim, de repente,
bem de repente
tudo acabara.
Zé
Nada é eterno, só as lembranças permanecem fustigantes.
ResponderEliminarObrigado, Nilza, pelo comentário e visita
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