... 𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢 𝐩𝐨𝐫 𝐜𝐡𝐚̃𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐫𝐮𝐚𝐬 𝐟𝐥𝐨𝐫𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐞 𝐟𝐚𝐦𝐨𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐭𝐫𝐚𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞𝐢 𝐚𝐯𝐞𝐧𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐩𝐥𝐞𝐧𝐝𝐨𝐫 𝐯𝐨𝐞𝐢 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐮𝐦 𝐩𝐚́𝐬𝐬𝐚𝐫𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐜𝐞́𝐮𝐬 𝐧𝐚𝐯𝐞𝐠𝐮𝐞𝐢 𝐭𝐚𝐥 𝐦𝐚𝐫𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐧𝐚𝐯𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬... 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐬𝐨𝐮 𝐞𝐮, 𝐚𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥? 𝐔𝐦 𝐬𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐮𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐬𝐞𝐫 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐫 𝐓𝐞𝐧𝐡𝐨 𝐬𝐚𝐮𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐞𝐥𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨, 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚, 𝐞́ 𝐦𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐧𝐚𝐬 𝐯𝐢𝐚𝐠𝐞𝐧𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬. 𝐉𝐨𝐬𝐞́ 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐌𝐨𝐮𝐭𝐢𝐧𝐡𝐨 𝟐𝟓/𝟏𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟒
segunda-feira, 25 de novembro de 2024
sábado, 23 de novembro de 2024
#Gosto da utopia
Gosto da utopia
Faz-me sentir um ser sonhador,
não é que me desagrade a distopia
mas, para mim, não é a mesma coisa
o mesmo sentimento, a mesma emoção
sei lá, não tenho explicação,
só sei que me agrada imaginar-me
na acalmia de um riacho
pensando-me corrente sem destino…
por vezes, sinto-me vento inquieto,
então sopro para bem longe
as vicissitudes desta vida
forçando-as a encontrarem
o caminho da racionalidade…
até já me senti, imaginem,
árvore e ave em simultâneo
numa partilha de amizade
em total harmonia,
ramos agitados pela brisa
enquanto o chilrear melodioso da ave
acompanhava aquela dança!
Claro…dirão alguns:
que coisa mais patética,
onde já se viu, alguém ser tudo
o que atrás foi descrito?!
Responderei com todo o gosto
pela minha convicta assertividade,
de que poderei sim,
ser tudo o que eu imaginar,
porque tenho a capacidade
de me envolver, ingenuamente,
pelos caminhos sensíveis do pensamento
levando-me a viajar, feliz, pela utopia
José Carlos Moutinho
23/11/2024
segunda-feira, 18 de novembro de 2024
#Tempo que já foi meu
Acreditem houve um tempo
que foi realmente só meu
mas partiu nas asas do vento
deixou-me em noite de breu
É sempre assim com o tempo
faz o que quer, com egoísmo
depois, claro fica-nos lamento
perante tanta falta de civismo
Quando me decido a enfrentar
a atitude arrogante, autoritária
ignora-me o que me faz pensar
se ele acha toda a gente otária
Olhem, sabem que mais eu digo
perdi a vontade de o controlar
não vá ele deixar-me de castigo
tirar-me o tempo que me restar
José Carlos Moutinho
18/11/2024
sexta-feira, 15 de novembro de 2024
quinta-feira, 14 de novembro de 2024
terça-feira, 12 de novembro de 2024
#Ignorem os palermas
De vez em quando um desequilibrado
ou desequilibrada, talvez, já nem sei
se lembra de ter nosso nome copiado
acham graça, porque eles não têm lei
Amigos avisaram que estou duplamente
aqui e no WhatsApp com a mesma foto,
só pode ser de gente pouco inteligente
quiçá, doente mental, ou algum garoto
Gente da minha página, ignorem pedidos
que desses energúmenos vos aborreçam
só tenho uma página, e é de bons amigos,
esses tristes são a atitude que expressam
Será uma brincadeira muito aparvalhada
de se fazerem passar por quem não são
já passou a ser uma coisa descontrolada
que o Facebook terá de colocar a mão
José Carlos Moutinho
12/11/2024
segunda-feira, 11 de novembro de 2024
#A Angola
Dia 11 de Novembro foi o fim
de tanta gente que lá viveu
a guerra secou o belo jardim,
plantado por quem lá nasceu
Assim é, dos homens a ganância
que tudo transforma pro mal
depois de absoluta abundância
restou um triste e vazio quintal
Embora tudo já seja História
que da memória jamais sairá
perdeu-se tudo, triste inglória
ficou somente a saudade de lá
Que Angola festeje em paz
este seu dia de independência,
que tenha a capacidade capaz
de o povo viver com sapiência
José Carlos Moutinho
11/11/2024
de tanta gente que lá viveu
a guerra secou o belo jardim,
plantado por quem lá nasceu
Assim é, dos homens a ganância
que tudo transforma pro mal
depois de absoluta abundância
restou um triste e vazio quintal
Embora tudo já seja História
que da memória jamais sairá
perdeu-se tudo, triste inglória
ficou somente a saudade de lá
Que Angola festeje em paz
este seu dia de independência,
que tenha a capacidade capaz
de o povo viver com sapiência
José Carlos Moutinho
11/11/2024
sexta-feira, 1 de novembro de 2024
#Mar de sonhos
Sinto-me navegar em mar de sonhos
numa canoa de metáforas,
os versos são remos de emoções,
impulsionados pela força das palavras…
Em alto mar, vislumbro o horizonte
que está bem longe, onde o sol se espelha,
vibra dentro do meu peito
agitada ânsia de lhes tocar,
mas o sol e o horizonte são intocáveis!
A mim, simples navegador,
resta-me o privilégio de poder admirar
tanta beleza que, graciosamente,
me é oferecida.
E neste meu mar de ilusões
invento mundos e gentes
e tudo o que à minha mente
a inspiração me concede,
porque este mar de que falo
é feito de sonhos e esperanças
onde as marés são abraços
as ondas, carícias
que em espuma
beijam a areia da praia
do meu sentir
José Carlos Moutinho
30/10/2024
Portugal
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Entrevista com Planeta Azul, editora de Calemas
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