segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Naquela janela


Naquela janela eu via-a passar
de cabelos ondulando ao vento
e o mais lindo sorriso de encantar,
enfeitiçado eu ficava atento.


Era assim sempre que ela passava
na rua da minha velha janela,
quando ela me olhou senti que a amava
ao receber o sorriso dela.



Pedi-lhe para esperar um pouco
e desci veloz minhas escadas,
corri como se estivesse louco…


Quando cheguei junto dela, cansado,
olhei-a de palavras caladas,
meu coração batia desatinado!


José Carlos Moutinho

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