quarta-feira, 11 de abril de 2018

Que...




Que as vozes da desunião
voem nos ventos da quietude,
para que tenham a graça do discernimento,
que as palavras silenciosas
se façam abraços,
e que os sorrisos sejam alegria
aconchegada em cada coração!

Que a serenidade da brisa
seja afago do vagabundo perdido da sociedade,
e que o sol, transforme esta sociedade
em humana existência!

Que em cada Luar que nos ilumina
haja a Luz bastante para retirar da escuridão
almas sofredoras
de gente infeliz, involuntariamente,
e de outra gente que faz da vida uma guerra,
pensando, quiçá, que lhe pertence a razão,
fruto do seu distorcido modo de viver
e da sua arrogante e convicta perenidade.

José Carlos Moutinho

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Entrevista com Planeta Azul, editora de Calemas

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