quinta-feira, 25 de janeiro de 2024
#Pensamento solto
Tardes preguiçosas,
coladas à alma do meu pensamento
que vagueia por céus azulados,
pontilhados de minutos de felicidade,
disseminados em horas de incertezas,
vividos sobre ondas de paixões,
desfeitas na espuma das desilusões!
E o pensamento solta-se,
sem amarras, segue o seu curso,
atravessando nuvens de liberdade,
selecionando os bons instantes,
olvidando os menos vibrantes,
na busca do horizonte da felicidade!
Deixo-me levar no espirito do meu pensar,
por vales, montanhas e mares sem parar,
esta força que me impele com a certeza,
de encontrar um mundo, com mais beleza!
Saio do corpo que me subjuga os sentidos,
deixo-me levar na quimera dos sonhos,
isenta de dores e queixumes sofridos,
procurarei utopias em jardins risonhos!
coladas à alma do meu pensamento
que vagueia por céus azulados,
pontilhados de minutos de felicidade,
disseminados em horas de incertezas,
vividos sobre ondas de paixões,
desfeitas na espuma das desilusões!
E o pensamento solta-se,
sem amarras, segue o seu curso,
atravessando nuvens de liberdade,
selecionando os bons instantes,
olvidando os menos vibrantes,
na busca do horizonte da felicidade!
Deixo-me levar no espirito do meu pensar,
por vales, montanhas e mares sem parar,
esta força que me impele com a certeza,
de encontrar um mundo, com mais beleza!
Saio do corpo que me subjuga os sentidos,
deixo-me levar na quimera dos sonhos,
isenta de dores e queixumes sofridos,
procurarei utopias em jardins risonhos!
José Carlos Moutinho
domingo, 21 de janeiro de 2024
#Palavras ao vento
Por entre as folhas do
tempo
voaram, muitos dos meus sonhos
criados no silêncio do pensamento
em noites de prazeres risonhos
Depois secaram as folhas de então
até os sonhos deixaram de ser
passou a haver menos ilusão
oniricamente deixaram de acontecer
José Carlos Moutinho
voaram, muitos dos meus sonhos
criados no silêncio do pensamento
em noites de prazeres risonhos
Depois secaram as folhas de então
até os sonhos deixaram de ser
passou a haver menos ilusão
oniricamente deixaram de acontecer
José Carlos Moutinho
21/1/2024
#Aldeia do Paraíso
𝐒𝐄𝐑𝐀́ 𝐃𝐄𝐌𝐀𝐆𝐎𝐆𝐈𝐀, 𝐝𝐢𝐫𝐚̃𝐨 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐧𝐬, 𝐩𝐨𝐫𝐞́𝐦, 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢 𝐝𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐢𝐧𝐜𝐞𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐫, 𝐪𝐮𝐞, 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐞𝐦 𝐯𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨𝐬, 𝐞́ 𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐦𝐨𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐦 𝐦𝐢𝐦 𝐬𝐞 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐧𝐡𝐚, 𝐚𝐨 𝐬𝐚𝐛𝐞𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐢𝐫𝐞𝐢 𝐬𝐞𝐫 𝐥𝐢𝐝𝐨. 𝐄𝐬𝐬𝐚 𝐞́ 𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐠𝐥𝐨́𝐫𝐢𝐚. 𝐄́ 𝐮𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞, 𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐬𝐨́ 𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐭𝐞𝐦 𝐩𝐚𝐢𝐱𝐚̃𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐞𝐬𝐜𝐫𝐢𝐭𝐚 𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐣𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐚𝐫𝐭𝐞, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐦𝐨𝐫𝐫𝐚 𝐧𝐨 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐚𝐯𝐞𝐭𝐚.
𝐎𝐛𝐫𝐢𝐠𝐚𝐝𝐨. 𝐃𝐢𝐯𝐮𝐥𝐠𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐞 𝐝𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐢𝐦𝐞𝐧𝐬𝐨 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐫.:
𝗔𝗟𝗗𝗘𝗜𝗔 𝗗𝗢 𝗣𝗔𝗥𝗔𝗜𝗦𝗢
Excerto da
SINOPSE
História de três famílias, das muitas que fugindo de uma vida sem futuro, ou por insatisfação da que tinham, partiram certo dia de Portugal, em busca de novos horizontes, de novas e melhores condições ou de outras aventuras, na terra promissora que era Angola.
Ilustrações do saudoso amigo Costa Araújo!
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
Aquela porta
Aquela porta esteve tanto tempo fechada
que ao abri-la, ouvi-a chorar as suas dores
com um profundo lamento de alma cansada,
que se perderam no tempo de vida passada
Ao entrar na sala escurecida pela solidão
escutei o silêncio vazio que amedrontava,
seria pela ansiedade ou talvez pela emoção
que me levava a descobrir o que eu desejava
encontrar numa casa fechada pela escuridão
Escancarei de par em par as janelas de madeira
pintadas de vermelho amadurecido pelo tempo,
agora com luz por toda a casa, melhor maneira
de procurar o que eu tinha no meu pensamento,
vasculhei tudo calmamente, parecia brincadeira
Móveis muito antigos, papeis velhos, amarelecidos
espalhados pelo chão frio esquecido das horas,
havia também louças pintadas por desconhecidos,
tapetes e alcatifas bordados com cores de amoras,
castigados pela idade que os deixara assim polidos
Eu pensava encontrar coisas misteriosas de assustar
ao entrar naquela casa de porta há muito fechada,
porém, com pena minha nada consegui encontrar,
percorri a sala, os quartos, cozinha e toda a fachada,
sai dali, totalmente frustrado, jurei não mais lá voltar
José Carlos Moutinho
#Amor e Guerra (Romance)
Este livro é uma fonte de cristalina água de lembranças, de quem um dia passou , viveu ou nasceu em Angola, antes de 1975.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2024
terça-feira, 16 de janeiro de 2024
#O poema e o fadista
O poema e o fadista
Canta com voz magoada
o fado em tom de balada
do poema que o poeta fez,
trina a guitarra amiga
viola segue a cantiga
a melodia toma vez.
O fado é a alma do poema,
do poema nasce o tema
solta tua voz, fadista
enche a sala de emoção
com a letra da canção
mostra tua veia artista.
Eu que fadista não sou
e às palavras não me dou
escuto fascinado
a voz do poema cantado
que na minha alma poisou
e me deixou enlevado.
José Carlos Moutinho
Canta com voz magoada
o fado em tom de balada
do poema que o poeta fez,
trina a guitarra amiga
viola segue a cantiga
a melodia toma vez.
O fado é a alma do poema,
do poema nasce o tema
solta tua voz, fadista
enche a sala de emoção
com a letra da canção
mostra tua veia artista.
Eu que fadista não sou
e às palavras não me dou
escuto fascinado
a voz do poema cantado
que na minha alma poisou
e me deixou enlevado.
José Carlos Moutinho
domingo, 14 de janeiro de 2024
sexta-feira, 12 de janeiro de 2024
#Coisas de tardes
Coisas de tardes
Numa tarde cansada e ensonada
pelas memórias de uma viagem,
semicerra as pálpebras do tempo
penetra na essência do sentir,
deixando-se prender em sintonia
com o ritmo cadenciado do vento
por caminhos improváveis
e rios em decadentes margens
onde flores ressequidas por amarguras
descaem como pêndulos de velhos relógios
…porque o sol se tornou inclemente
desperta daquela letargia
em que se deixou envolver,
poros em irritante sudorese
tornam-na desconfortável
Abre os olhos, perplexa
por ter na sua frente
toda uma miragem fascinante
bem diferente
daquela que pouco antes
lhe tinha assoberbado a mente
sorri…
e o seu sorriso contém o sol
de tão brilhante,
mantendo, porém,
uma serena e impávida postura
eu que a observava
à distância de um abraço
não consegui evitar
uma sonora gargalhada
ao vislumbrar o seu embaraço
José Carlos Moutinho
4/1/2024
#Àrvores nuas
Árvores nuas
Nesse vosso triste desnudardemonstram saudade do verão
agora só vos resta esperar
que volte a outra estação
JCMoutinho
12/1/2024
quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
#Criticas e saudade
Críticas e saudade
Porque criticas a minha saudade
se ela te é totalmente inofensiva
acredita que ela é pura verdade
mostra a passagem por esta vida
Deixa-me acolher esta nostalgia
reviver meus instantes d'outrora
repara que até disto faço poesia
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
# Porque está frio desejo-vos Bom Dia
E porque hoje está muito frio
escrevo nas teclas com fervor
lá fora o tempo está sombrio
que venha, pois, logo o calor
Ai, Jesus que eu quase morro
neste frenesim de bater dente
nem sei a quem pedir socorro,
para controlar frio inclemente
José Carlos Moutinho
8/1/2024
domingo, 7 de janeiro de 2024
#ALDEIA DO PARAÍSO (Sinopse)
ALDEIA DO PARAÍSO
SINOPSEHistória de três famílias, das muitas que fugindo de uma vida sem futuro, ou por insatisfação da que tinham, partiram certo dia de Portugal, em busca de novos horizontes, de novas e melhores condições ou de outras aventuras, na terra promissora que era África.
A maioria das pessoas saíram da sua terra de nascimento onde existiam situações bem complicadas, de difícil sobrevivência e de absoluta carência, desde a alimentação à educação escolar. Muita dessa gente, não conseguia sequer fazer a escola básica, pois a miséria obrigava-os a trabalhar na terra, para sustento deles e da família.
Outras havia, que embora possuíssem melhores condições económicas e não só, havendo até, algumas com formação académica, como é o caso de uma das famílias que faz parte desta história, mas que, por sentirem o chamamento de África, partiram levando com eles a coragem e o espírito imbuído pelo desejo da aventura.
𝗣𝗲ç𝗮-𝗺𝗲...𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯ê-𝗹𝗼-á 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝘀𝗶𝗺𝗽𝗹𝗶𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗱𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝘁ó𝗿𝗶𝗮
#Tertúlia poética
Ontem em mais uma tertúlia na Maia,
apesar do frio intenso, contrabalançado pela poesia
num sentir imenso
#Diálogo com o tempo
Diálogo com o tempo
Escutei os murmúrios do tempo,
que me falavam coisas da vida
havia neles um tal sentimento
que me deixou de alma sentida
Obrigado tempo do meu sentir,
pelo imenso que me tens dado
acredita que não te quero mentir
dizendo que te estou agradado
Também te quero agora dizer
da saudade de um outro tempo
bem sei que o deveria esquecer
mas recordar vem com o vento
José Carlos Moutinho
7/1/2024
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
#Divulgação
Novo Ano...Renovar leituras, reviver momentos e sentir o prazer da recordação
Ainda a preços muito especiais...
2 romances e 1 de poesia, com Angola na essência dos sentimentos.
𝖔𝖘 𝟑 𝖑𝖎𝖛𝖗𝖔𝖘 𝖕𝖔𝖗 € 𝟑𝟑,𝟎𝟎 (𝖕𝖔𝖗𝖙𝖊𝖘 𝖎𝖓𝖈𝖑𝖚í𝖉𝖔𝖘)
Ainda a preços muito especiais...
2 romances e 1 de poesia, com Angola na essência dos sentimentos.
𝖔𝖘 𝟑 𝖑𝖎𝖛𝖗𝖔𝖘 𝖕𝖔𝖗 € 𝟑𝟑,𝟎𝟎 (𝖕𝖔𝖗𝖙𝖊𝖘 𝖎𝖓𝖈𝖑𝖚í𝖉𝖔𝖘)
quinta-feira, 4 de janeiro de 2024
#Coisas de tardes
Numa tarde cansada e ensonada
pelas memórias de uma viagem,
semicerra as pálpebras do tempo
penetra na essência do sentir,
deixando-se prender em sintonia
com o ritmo cadenciado do vento
por caminhos improváveis
e rios em decadentes margens
onde flores ressequidas por amarguras
descaem como pêndulos de velhos relógios
…porque o sol se tornou inclemente
desperta daquela letargia
em que se deixou envolver,
poros em irritante sudorese
tornam-na desconfortável
Abre os olhos, perplexa
por ter na sua frente
toda uma miragem fascinante
bem diferente
daquela que pouco antes
lhe tinha assoberbado a mente
sorri…
e o seu sorriso contém o sol
de tão brilhante,
mantendo, porém,
uma serena e impávida postura
eu que a observava
à distância de um abraço
não consegui evitar
uma sonora gargalhada
ao vislumbrar o seu embaraço
José Carlos Moutinho
4/1/2024
quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
# Que friooooooooooooooo
Ai este frio que me aflige
e complica o meu teclar
há dias que me sinto efígie
com este frio de congelar
Pior...não suporto o calor
vá-se entender esta situação
porém, foi com muito humor
feitos estes versos com razão
José Carlos Moutinho
3/1/2024
e complica o meu teclar
há dias que me sinto efígie
com este frio de congelar
Pior...não suporto o calor
vá-se entender esta situação
porém, foi com muito humor
feitos estes versos com razão
José Carlos Moutinho
3/1/2024
# Ode ao tempo que passa
Passam rápidos os anos
por nós
com a displicência do tempo
por vezes encontram-nos sós
na nostalgia do pensamento,
Ficou lá, distante, a juventude
que tão célere nos abandonou
deu-nos a mudança de atitude
com a sabedoria que nos doou
Diria eu, pobre viajante de agora,
tempo volta para trás se puderes
traz-me as vivências de outrora
garantindo hoje os meus saberes
José Carlos Moutinho
com a displicência do tempo
por vezes encontram-nos sós
na nostalgia do pensamento,
Ficou lá, distante, a juventude
que tão célere nos abandonou
deu-nos a mudança de atitude
com a sabedoria que nos doou
Diria eu, pobre viajante de agora,
tempo volta para trás se puderes
traz-me as vivências de outrora
garantindo hoje os meus saberes
José Carlos Moutinho
segunda-feira, 1 de janeiro de 2024
#Novo Ano…Novos sonhos
Novo Ano…Novos sonhos
É chegado o Novo Ano…Novos sonhos
E a velha esperança não deve morrer,
Porém, cada vez mais, são medonhos
Os dias que talvez venhamos a sofrer
As dificuldades são presença constante
Neste país pobre, de gente acomodada,
Roubam-nos de uma maneira arrogante
E ficam impunes, com a vida requintada
Novos sonhos…é bom sonhar utopias…
A realidade é muito triste, assustadora,
De que de nos vale vivermos fantasias
Se miséria é cada vez mais aterradora
Novo Ano…que venha, é sua obrigação
Que traga muito menos desigualdade,
Já chega tanto sofrimento e desilusão
Neste mundo ausentado de humanidade
Novo ano…sempre com novos sonhos,
É tema para estes meus versos singelos,
Que venha pois 2024 com ares risonhos
2023 que vá e leve longe os pesadelos
José Carlos Moutinho
1/1/2024
quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
#A ti POESIA
Natal...é, também, poesia, quando se usam as palavras para abraçar quem as lê
Felicidades para todos
A ti POESIA
Poesia é um sentir inacabado de emoções,
é respirar ilusões e murmurá-las suavemente
para que as palavras se façam melodia
quando se aconchegam no alvo papel
e cantam sentimentos de amizade, paixão,
amor...ou até dor!
Poesia é segurar delicadamente a mão de uma mulher
e sorrir-lhe dizendo: Tu és linda!
É olhar as flores de um jardim e aspirar-lhes o perfume,
contemplar o céu e deliciar-se com as nuances matizadas
do pôr-do-sol,
Deixar o olhar percorrer o dorso do mar, sonhar
e permitir à maresia infiltrar-se no peito, é poesia!
Poesia, quem és afinal,
Serás fatalidade, felicidade ou tudo isso?
Ah...como eu gostaria que me respondesses, ó poesia:
Se te sentes mais feliz quando se canta o amor
ou se te dói a alma, quando se chora a dor!
Não me respondes, poesia
e certamente não haverá quem o faça,
mas eu respondo-te o que de mim é sentido:
Escrevo-te ó poesia,
por que em mim existe uma fonte
de onde brotam rios de ilusões
que suavemente vão-se fazendo cataratas de emoções
que irão desaguar caudalosos
no meu mar de paixões!
Estarei errado, por que nem sou poeta
e se algum verdadeiro poeta me disser de sua verdade,
eu direi simplesmente que continuarei a escrever,
pois não o faço para mim,
mas sim para quem diz gostar de me ler!
Vivas tu ó eterna POESIA, na tua singeleza, sem pruridos
e viva eu, ser de sensibilidade sonhadora,
para que possa a ti dedicar os meus versos simples
marcados com profunda sinceridade
que desejo oferecer aos que me leem.
José Carlos Moutinho
Felicidades para todos
A ti POESIA
Poesia é um sentir inacabado de emoções,
é respirar ilusões e murmurá-las suavemente
para que as palavras se façam melodia
quando se aconchegam no alvo papel
e cantam sentimentos de amizade, paixão,
amor...ou até dor!
Poesia é segurar delicadamente a mão de uma mulher
e sorrir-lhe dizendo: Tu és linda!
É olhar as flores de um jardim e aspirar-lhes o perfume,
contemplar o céu e deliciar-se com as nuances matizadas
do pôr-do-sol,
Deixar o olhar percorrer o dorso do mar, sonhar
e permitir à maresia infiltrar-se no peito, é poesia!
Poesia, quem és afinal,
Serás fatalidade, felicidade ou tudo isso?
Ah...como eu gostaria que me respondesses, ó poesia:
Se te sentes mais feliz quando se canta o amor
ou se te dói a alma, quando se chora a dor!
Não me respondes, poesia
e certamente não haverá quem o faça,
mas eu respondo-te o que de mim é sentido:
Escrevo-te ó poesia,
por que em mim existe uma fonte
de onde brotam rios de ilusões
que suavemente vão-se fazendo cataratas de emoções
que irão desaguar caudalosos
no meu mar de paixões!
Estarei errado, por que nem sou poeta
e se algum verdadeiro poeta me disser de sua verdade,
eu direi simplesmente que continuarei a escrever,
pois não o faço para mim,
mas sim para quem diz gostar de me ler!
Vivas tu ó eterna POESIA, na tua singeleza, sem pruridos
e viva eu, ser de sensibilidade sonhadora,
para que possa a ti dedicar os meus versos simples
marcados com profunda sinceridade
que desejo oferecer aos que me leem.
José Carlos Moutinho
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
#Viva a Vida!
Viva a vida!
Passam os dias,
e...os anos
e o Natal está em cada um deles
sempre Natal, mas sempre desigual,
cada vez mais se vulgariza esta data
Pergunto eu, ingenuamente:
fará sentido festejar o Natal, como o nascimento de Jesus...
ou será mais razoável festejarmos cada dia de todos os anos, como se fosse o último das nossas vidas?
De qualquer modo...
seria tão bom que, pelo menos nesta época festiva, se calassem as armas e se apertassem os abraços, acabassem as vaidades e se aprofundasse a fraternidade, a verdade e a harmonia neste nosso tempo, que contempla a finitude!
Viva a fraternidade, Viva a amizade, Viva a paz!
Viva então, o Natal.
José Carlos Moutinho
20/12/2023
Passam os dias,
e...os anos
e o Natal está em cada um deles
sempre Natal, mas sempre desigual,
cada vez mais se vulgariza esta data
Pergunto eu, ingenuamente:
fará sentido festejar o Natal, como o nascimento de Jesus...
ou será mais razoável festejarmos cada dia de todos os anos, como se fosse o último das nossas vidas?
De qualquer modo...
seria tão bom que, pelo menos nesta época festiva, se calassem as armas e se apertassem os abraços, acabassem as vaidades e se aprofundasse a fraternidade, a verdade e a harmonia neste nosso tempo, que contempla a finitude!
Viva a fraternidade, Viva a amizade, Viva a paz!
Viva então, o Natal.
José Carlos Moutinho
20/12/2023
segunda-feira, 18 de dezembro de 2023
quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
#Saudade ardente
Saudade ardente
Nasci em terra fria
vivi em terra quente
onde nasceu amor pela poesia,
e me deixou saudade ardente
É a vida com suas artimanhas
complica em certas situações
usando de ardilosas manhas,
só para chatear os corações
José Carlos Moutinho,
13/12/2023
Nasci em terra fria
vivi em terra quente
onde nasceu amor pela poesia,
e me deixou saudade ardente
É a vida com suas artimanhas
complica em certas situações
usando de ardilosas manhas,
só para chatear os corações
José Carlos Moutinho,
13/12/2023
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Entrevista com Planeta Azul, editora de Calemas
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